Mas claro, ele não faria uma afirmação tão forte assim sem bons argumentos que a sustentassem. E por incrível que pareça a história é interessante e, até certo ponto, intrigante.
Lá no início dos tempos, antes da criação de tudo que vemos e temos hoje, Deus criou os seres-humanos. Mas eles não eram nada parecidos com o que somos hoje, eram simplesmente e genuinamente perfeitos. Perfeitos mesmo. Eles tinham a força do homem com a sensibilidade da mulher. O modo de amar da mulher com o modo de amar do homem, em uma só pessoa. Enfim, imagine todas as qualidades masculinas e femininas juntas. Seria bacana, né?
Mas claro que isso não ia dar certo. O problema começou quando algumas pessoas se reuniram e atestaram: “Somos completamente perfeitos, não precisamos mais desse tal de Deus”. Um grave erro. O menosprezaram tanto que Ele não teve outra alternativa: teve que separar as pessoas, transformando-as em homens e mulheres com qualidades e (muitos) defeitos. E a punição para tanto desprezo foi colocar a sua metade do então corpo perfeito o mais longe possível. Sua alma gêmea está em um lugar tão distante que você nunca vai encontrá-la. Nunca mesmo. É como pegar milhões de cartas, embaralhar durante horas e depois atirar lá de cima.
E então, o que temos e sentimos hoje não é amor? Segundo este professor, que depois dessa aula misteriosamente foi substituído, a resposta é não. Sentimos um carinho especial por pessoas com as mesmas características que as nossas. Por pessoas que nos fazem felizes, nos fazem sentir bem, que inflam nossos egos e que são ótimas companhias. Utilizamos elas para saciar nossos desejos e suprir nossas carências. Nada mais que isso.
Um casal que estava na aula, que depois viriam a ser meus amigos, começaram a namorar naquele exato dia. Chegaram a comunicar o professor no meio da história, mas ele continuou convicto: “felicidade para vocês, mas o amor não existe“. No próximo semestre o namoro havia terminado.
Será isso tudo verdade ou apenas mais um mito? Claro que não serei eu a desvendar este mistério. O importante é amar profundamente quem nós gostamos, sendo isso um amor verdadeiro ou não. Mas cá pra nós, essa história parece fazer sentido, não?











Luís:
Mas é justamente a esse carinho especial damos o nome de amor.
Ou seja: sentimentos não estão no dicionário… cada um os define, por isso, existe pra quem sente.
É o mesmo que dizer pra quem acredita em Deus que o mesmo não existe. Saca?
Manual das Encalhadas:
Uma vagabunda em meu caminho……
Olá! Vim deixar meu oi e convidá-los a dar um pulinho no #ManualdasEncalhadas Beijoooos…
Cafeína:
e Deus fez a maternidade e só permitiu que esses seres maternos sintam o que ele sentia por nós… (uma vez eu li isso e talvez se encaixe por aqui)
Este professor com síndrome de filósofo talvez estava desiludido ou num período morno. Impossível não acreditar no amor enquanto se está amando. Só duvida quem não o sente. Seja um parceiro, um pai, uma mãe, um filho, um amigo. Posso até duvidar da existência de Deus mas não duvido que exista amor.
(gostando dessa fase posts com texto por aqui viu? Beijo)
Giane:
Acredito que o Amor é o que faz o mundo girar. Existem diversas maneiras de Amar, diversos tipos de Amor, mas essencialmente, o sentimento é o mesmo.
Todavia sou obrigada a concordar que essa história parece mesmo fazer sentido…
Belo post.
Beijos mil!!!
Nana:
Concordo com o Luís, acho que esse “carinho” pode ser considerado amor também….
tem gente que acredita no amor, tem gente que não…
Não sei te dizer se eu acredito, só sei que quando sinto esse “carinho” por alguém me sinto muito bem… é algo que nos faz muito feliz qdo é recíproco.
O que é mesmo esse “carinho” não importa… importa apenas que viver com ele é bom demais…. temos que aproveitar cada instante!!! =)
Beijos
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